
Na base da Democracia, da qual o mundo ocidental tanto presa pertencer, está o direito à escolha, o direito à liberdade, ao individualismo. Cabe a cada um de nós dar a possibilidade de escolha e não castrar uma ideia por puro egoismo, pelo " eu nunca faria" e "é contra os meus princípios".
Se não o farias e se é contra os teus princípios então nunca o farás e terás a consciência limpa para ti e para os outros, mas também não julgarás quem tem o direito de o fazer, em segurança com pessoal médico especializado, numa lei que visa o bem estar da mulher e não a vê como uma criminosa.
Porque o mundo não é só feito de mulheres que por capricho e descuido não querem os filhos, mas de tantas que não os podem ter por tantos e tantos motivos que não nos cabem quantificar e qualificar como mais e menos válido. E quem és tu para as julgar?
A nossa liberdade acaba onde a do outro começa. Sempre me ensinaram.
A Biblía diz. Outros livros livros sagrados de certo também o dirão.
E para os descontentes:
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